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terça-feira, 25 de julho de 2017

Após declaração de chanceler, Colômbia nega intervenção na Venezuela

A Colômbia é um país que respeita os princípios reitores do sistema internacional e o Estado de Direito', afirma Ministério das Relações Exteriores do país

© DR
O governo da Colômbia afirmou que não é "intervencionista" e negou qualquer tentativa de ingerência na Venezuela, numa resposta às declarações do chanceler venezuelano, Samuel Moncada, que afirmou que Colômbia, México e Estados Unidos querem derrubar o presidente Nicolás Maduro.

"A Colômbia jamais foi um país intervencionista e negamos a existência de qualquer ação ou gestão que tente ingerir na Venezuela", disse o Ministério das Relações Exteriores da Colômbia em comunicado.
"A Colômbia é um país que respeita os princípios reitores do sistema internacional e o Estado de Direito e, nesse contexto, baseia sua política externa e suas ações no cuidadoso respeito desses princípios do Direito Internacional", completa a nota.
Além disso, a chancelaria colombiana afirmou que recebe com "estranheza" as declarações de Moncada, que citou um discurso do diretor da CIA (Agência de Inteligência dos Estados Unidos), Mike Pompeo, sobre uma recente visita à região.
Versão
No Twitter, Moncada afirmou que o diretor da CIA trabalha com a Colômbia e o México para derrubar o governo da Venezuela.
"Nosso único interesse quanto à atual situação enfrentada pela Venezuela, como declaramos no passado, é que os venezuelanos cheguem a uma solução e a uma saída negociada e pacífica da conjuntura atual", destacou o comunicado.
A Venezuela vive desde abril uma onda de protestos contra e a favor do governo de Maduro. Algumas das manifestações acabaram em violência, que já deixou mais de 100 mortos no país.
No próximo domingo, Maduro promoverá uma Assembleia Nacional Constituinte para eleger um grupo de pessoas que redigirá uma nova Constituição, um processo que a oposição considera como uma tentativa do presidente de consolidar uma ditadura no país. Com informações da Agência Brasil.
Via...Notícias ao Minuto

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