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domingo, 2 de julho de 2017

Denúncia contra Temer cita 14 nomes, de senadores a ex-ministros

Maior parte das menções aparece em trecho sobre relação entre o o presidente da a J&F, grupo que controla a JBS

© Ueslei Marcelino / Reuters
A denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o pesidente Michel Temer e seu ex-assessor, Rodrigo Rocha Loures, implica outros 14 nomes de form indireta.


De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, a maior parte das menções aparece em trecho sobre relação entre o o presidente da a J&F, grupo que controla a JBS. As conexões entre os políticos podem ser investigadas em desdobramentos do processo.
Entre os citados, apenas o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é investigado por suspeita de ter recebido propina da JBS para permanecer em silêncio.
O ex-ministro Geddel Vieira Lima e o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) são indicados como antigos interlocutores da JBS dentro do governo do peemedebista, antes de Loures.
O ex-ministro Wagner Rossi é citado por suspeitas de ter recebido da empresa mesada de cerca de R$ 100 mil quando deixou a pasta da Agricultura, em 2011, a pedido do presidente.
Ex-assessor e amigo de Temer, José Yunes teria atuado em repasses ilícitos. O presidente também teria recomendado a contratação do escritório de advocacia do amigo para negócio que renderia R$ 50 milhões ao empresário Joesley Batista.
O executivo da J&F Ricardo Saud diz que o ex-ministro Guido Mantega a JBS fizesse repasses não declarados a senadores do PMDB em 2014, em troca do apoio ao PT. Os supostos beneficiados são Eduardo Braga, Eunício Oliveira, Jader Barbalho, Renan Calheiros, Kátia Abreu e Vital do Rêgo, atualmente ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).
Paulo Skaff, presidente da Fiesp, e Gabriel Chalita são mencionados na denúncia por, supostamente, terem recebido doações via caixa dois em campanhas.
A reportagem não encontrou as defesas de Wagner Rossi, Eduardo Braga, Jader Barbalho, Kátia Abreu e Guido Mantega. Skaff negou ter recebido dinheiro da JBS. Chalita disse que os recursos para sua campanha foram arrecadados pelo PMDB.
O defensor de Geddel, Gamil Föppel, afirmou que todos os contatos com empresários "deram-se de maneira institucional, tratando de assuntos estritamente oficiais". Já Padilha não se manifestou.
O advogado de Yunes, José Luis de Oliveira Lima, disse que ele "jamais intermediou repasses a qualquer pessoa".
Renan disse que a delação é "totalmente mentirosa". Vital do Rêgo manifestou repúdio às acusações. Eunício disse que em 2013 a JBS não doou para o PMDB e que as doações de 2014 foram declaradas.
Via...Notícias ao Minuto

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