Publicidade

Postagem em destaque

Cratera aparece em fazenda no interior de MG e intriga moradores

Pesquisadores acreditam que se trate de uma dolina, formada pelo desabamento de grutas subterrâneas © Prefeitura de Coromandel / Divulga...

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Empreiteira UTC assina contrato de leniência e aceita pagar R$ 600 mi

A partir de agora, a empresa poderá entrar com recurso junto ao TCU (Tribunal de Contas da União) para que sua declaração de inidoneidade (veto a contratos com o poder público) seja revista

© Divulgação
A empreiteira UTC assinou acordo de leniência com o Ministério da Transparência e a AGU (Advocacia-Geral da União) nesta segunda-feira (10) e aceitou pagar cerca de R$ 600 milhões para escapar da punição de ficar proibida de contratar com o governo.

O acordo vinha sendo costurado há três meses e é o primeiro do gênero fechado pelo Ministério da Transparência, que vinha sendo criticado pela demora em sua atuação com as empreiteiras, que vinham fechando leniência com o Ministério Público Federal.
A partir de agora, a empresa poderá entrar com recurso junto ao TCU (Tribunal de Contas da União) para que sua declaração de inidoneidade (veto a contratos com o poder público) seja revista.
A punição, dada em março, foi resultado de um julgamento desfavorável pela formação de cartel e superfaturamento na construção da parte eletromecânica da usina nuclear de Angra 3.
No julgamento, os ministros do TCU definiram que somente as empresas que tivessem fechado acordos de leniência e aceitado colaborar com as investigações do tribunal poderiam escapar da pena (de inidoneidade) e redução de multas. A reparação pelos danos causados, no entanto, foi cobrada integralmente das empresas envolvidas.
Três executivos da UTC foram envolvidos pela Lava Jato: Ricardo Pessoa (presidente), Ednaldo Alves da Silva e Walmir Pinheiro Santana. Pessoa foi preso em novembro de 2014 na sétima fase da Operação Lava Jato, batizada de Juízo Final, devido à participação da empresa nos esquemas de corrupção da Petrobras.
Condenado a oito anos e dois meses de prisão, Pessoa cumpre prisão domiciliar como benefício por ter entregado como funcionou o esquema de pagamentos de propina a cerca de 20 políticos e servidores públicos.
Além da Petrobras, Pessoa entregou esquemas similares de corrupção como nas usinas de Angra 3 e na Eletrobras. Com informações da Folhapress.
Via...Notícias ao Minuto

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Os comentários não representam a opinião deste blog.

Muito obrigado. Infonavweb