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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Imagem mostra flagrante de ofício da PF em mala de empresário

Documento que indica o vazamento da Operação Ponto Final apareceu na mala de Jacob Barata Filho

© REPRODUÇÃO / TV GLOBO
A Operação Ponto Final, que teve como alvo a cúpula do sistema de transporte do Rio de Janeiro, sofreu um crime de obstrução de Justiça, conforme revelaram os investigadores da Polícia Federal. Imagens das câmeras de segurança do Aeroporto Internacional Antonio Carlos Jobim (Galeão), gravadas no último dia 2 de julho, mostram o momento em que a PF encontra na mala de Jacob Barata Filho, que fora preso naquele momento quando tentava fugir para Portugal, a ordem judicial para a quebra do sigilo bancário do empresário e de outras dez pessoas.

As imagens foram reveladas pelo programa “Fantástico”, da TV Globo. O documento encontrado na mala do homem que é um dos maiores empresários do transporte do Rio de Janeiro jamais poderia estar sob o poder dele, que é acusado de fazer parte de uma organização criminosa que movimentou pelo menos R$ 260 milhões num esquema para corromper agentes públicos e garantir contratos milionários com o governo do estado do Rio de Janeiro.

© REPRODUÇÃO / TV GLOBO

Agora, a Polícia Federal quer saber quem pode ter vazado as informações. “Muito nos surpreendeu, que quando a gente efetua a prisão desse empresário, nós encontramos com ele uma relação que tinha os principais alvos da operação”, contou à TV Globo o delegado da Antônio Beaubrun Júnior, da PF.
"Essa fragilidade, essa ocorrência é muito grave em si, uma vez que permite que o investigado prematuramente saiba dessa sua condição de investigado e com isso pratique vários atos, não só procurando retirar seu patrimônio do alcance da lei, como também ele próprio ele também se evadir, então é um fato que nós reputamos como de extrema gravidade", acrescentou o procurador, Leonardo Cardoso de Freitas, que faz parte da força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro.
Quando o Banco Central recebe uma ordem de quebra de sigilo bancário, logo em seguida é disparado um pedido de informações aos bancos, que comunicam à Justiça as informações bancárias dos investigados. O fato de Jacob Barata Filho ser sócio do Banco Guanabara levanta a suspeita de que isso pode ter facilitado o acesso à investigação contra ele.
O BC disse que disponibiliza um sistema informatizado e protegido entre os bancos e a Justiça. Os advogados do empresário nega as acusações e a fuga para Portugal. A defesa ressalta que a viagem ao país europeu serviria para tratar de negócios.
Via...Notícias ao Minuto

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